terça-feira, 26 de janeiro de 2010

- Ele te ama e depois te “maltrata”!? Ele pode ser um misógino!

Misógino? Misoginia? O que é isso?

Bom, tenho encontrado algumas clientes no consultório que estão entrando em contato com essa realidade. Elas começam a falar de seus namorados, maridos, companheiros, dizendo que não entendem a forma como eles agem com elas.

Misógino é uma palavra grega utilizada como referência a quem odeia mulheres: miso (odiar) e gyne (mulher).
Isso mesmo, não se espantem a palavra é: odiar.

Vejam bem: no início, esses homens são completamente galanteadores, amorosos... Mas que ao longo da relação eles começam a usar de uma tortura psicológica incrível, fazendo com que sua companheira se sinta culpada, incapaz, inadequada... Tudo isso através de insultos, momentos de raiva e de críticas constantes; revertendo assim o foco da situação deixando a mulher confusa e oprimida, pois elas demoram a acreditar que aquele homem “maravilhoso” agiu daquela forma.

Os insultos são tão constantes que é como se fosse uma lavagem cerebral. Fico impressionada como as minhas clientes reagem a isso e como demonstram tal opressão, é como se eu enxergasse uma criançinha, daquelas completamente tolhidas na minha frente, sem realmente terem condições de fazer nada, mais justamente por serem crianças.

Quando essas mulheres começam a descobrir, ou melhor, a aceitar que estão do lado de um misógino começa-se o trabalho de resgate dessas mulheres. Como assim de resgate?
É a elevação da auto-estima e da percepção do homem que está ao lado delas, entendendo que esse comportamento deles, é plenamente inconsciente.
 

Todos os artigos que falam sobre misoginia, citam o livro: “Homens que odeiam suas mulheres e mulheres que os amam”, de Susan Forward e Joan Torres, da editora Rocco. Neste livro ela aborda sobre o misógino e como as mulheres podem reagir ou escolher fazer em relação a eles.
Rita Granato em um de seus artigos cita explicitamente as formas que um misógino têm de OPRIMIR sua parceira:

• Através da negativa: ele nega o corrido, levando a parceira a questionar sua acuidade, e a validade de sua memória. Assim não há jeito de se resolver os problemas com alguém que nega sua existência e insiste que nunca ter existido o que a mulher sabe ter ocorrido

• Através da alteração dos fatos, o misógino reformula o fato para se ajustar a sua versão, faz alterações drásticas e amplas nos fatos, a fim de chancelar sua versão da historia.
• Alega que está se comportando mal, como reação a algum desvio de sua parceira, é como se seu comportamento afrontoso passa a ser uma reação compreensível a alguma terrível deficiência ou provocação da parceira. Transferindo a culpa ele se protege: absolve-se do desconforto de reconhecer sua participação no problema e convence a parceira que suas deficiências de caráter soam o verdadeiro motivo das dificuldades na vida em comum.

• A parceira não pode protestar, e se a parceira o faz, ele fica mais furioso. Ele encara a reação como um ataque pessoal e como prova das inadequações da parceira. Ele transforma a parceira em culpada e ele a própria vitima. Isto acontece, pois ele está mais preocupado em desviar a culpa de si mesmo do que em reconhecer a angústia que causa à parceira.

• Se o misógino se sente ameaçado de perder alguma coisa que lhe é importante, e sentindo-se humilhado, é bastante provável que a balança se incline para a brutalidade. Para ele através do medo poderá controlar melhor sua parceira.

• Se a parceira tiver alguma atividade significativa que o misógino encare como ameaça, ele fará testes de sua devoção, fazendo com que a parceira reduza drasticamente seu mundo. Esse tipo de ciúmes e de possessividade se estende a todos os aspectos de vida. Qualquer coisa que a parceira faça que esteja fora do controle do misógino, ou seja, encarada como uma ameaça a ele deverá ser abolida.

• Entre todas as coisas ineficazes que uma mulher pode fazer, tanto consciente como inconscientemente, para tornar o relacionamento menos doloroso, a CONIVÊNCIA é ao mesmo tempo a mais sutil e mais destrutiva para ela. No momento que ela entra em conluio com ele, a mulher perde de vista o que acontece de fato entre os dois. Sua distorção da realidade para se ajustar à visão do parceiro indica que suas percepções estão completamente fora de foco.

Ainda baseado no livro de Susan Forward e Joan Torres , Sônia Nemi discorre que:
“Ao primeiro contato com um misógino, em geral, ele é considerado um gentleman. Ele é o homem que conquista a mulher de uma forma deliciosamente amorosa e sedutora e passa a ser por ela descrito através de uma farta lista de superlativos. Ele é tão intensamente maravilhoso que fica impossível para a mulher atribuir a ele qualquer responsabilidade dos problemas da relação quando estes começam a acontecer.

O contrato relacional velado se define no início do relacionamento quando o homem vai, aos poucos, verificando até onde pode ir com o seu estilo controlador e manipulador. À medida que a mulher evita confrontá-lo tentando ser boa para preservar a relação, ela está estabelecendo um tópico contratual que configura o contexto para a atuação do misógino, ao tempo em que ela vai enfraquecendo. Como diz Susan Foward: “ela contrata amor e ele controle”.


Esse controle se evidencia nas armas abusivas em que as palavras se tornam, através das quais as críticas e ataques são feitos, até alcançar o controle da sexualidade e o controle financeiro. Mesmo que a mulher tente agradá-lo, tudo que ela faz está errado e ele a convence de que ela é culpada. 


Quando as explosões repentinas do homem começam a acontecer, mais elas são sentidas como ameaças veladas pela mulher que fica perplexa e cada vez confusa com o que dá errado. Ela passa a “pisar em ovos”, medindo as palavras, para falar com ele. A forma sutil como ele a desqualifica impede que ela possa perceber que é isso que mina a sua auto estima. Ela se torna irreconhecível, principalmente se antes era uma mulher independente financeira e emocionalmente, uma vez que definha. 


Os argumentos utilizados pelo homem parecem tão lógicos e tão cheios de interesse pelo bem da relação que, a mulher vai, cada vez mais afundando no seu pântano emocional. Tudo que ele quer é que ela demonstre seu amor por ele, sendo compreensiva e conhecendo-o tão bem que seja capaz de atender suas necessidades, sem nunca se aborrecer com ele. Com o tempo, a relação parece uma gangorra onde de um lado ele estoura e do outro se arrepende, pede desculpas e se torna o homem maravilhoso do início do relacionamento.


Apesar da descrição devastadora do misógino, ele não tem consciência do seu funcionamento e sequer se dá conta da dor do outro. A construção de tal dinâmica pessoal pode ser entendida a partir da sua história, na família de origem, quando vivenciou sofrimento psicológico o qual não poderia evitar.
O misógino é filho de uma relação conturbada onde aprendeu, observando seus pais, que a única maneira de controlar a mulher é oprimindo-a. Ao lado disso, ele pode ter sentido que a sua mãe não poderia existir sem ele, já que seu pai a maltratava; ou ainda, ele pode ter tido uma mãe que o oprimiu ou rejeitou, ao lado de um pai passivo.


Qualquer que tenha sido a sua história, o misógino está na fase adulta “atuando” a sua dor de “criança” ferida, buscando desesperadamente ser amado ainda que de uma forma equivocada. 


No caso da mulher que escolhe formar uma relação com um misógino é possível que ela tenha sido infantilizada pela sua família de origem e busque no seu parceiro o apoio, suporte e amor que não recebeu do seu pai, ou talvez ela teve uma mãe que desqualificava o pai; ela pode também ter vindo de uma família tão caótica que desde cedo ela aprendeu que toda relação é problemática e que ela como mulher não tem chance.


Ainda que o misógino seja visto como algoz e a mulher como vitima, esta também contribui para que tal padrão relacional se implemente e perdure. A mulher instiga o misógino a atuar na medida que ela não estabelece limites claros, diferenciando-se dele e ocupando seu próprio espaço na vida e na relação.
O homem e a mulher nessa relação estão interagindo dentro de seus próprios papéis; da mesma forma que um círculo não tem começo nem fim, a relação se desenvolve sem que se possa indicar um culpado. Um “precisa” do outro para continuar com o padrão, mas para sair dele um dos dois precisa funcionar de uma forma nova. 


- Uma mulher que sofre numa relação como essa pode

 (1) manter-se submissa para preservar seu homem, (2) separar-se, ou (3) construir uma nova relação com o mesmo homem. 

Aquelas que escolhem a terceira opção terão que resgatar sua auto estima, assumir o seu lugar no mundo e na relação, estabelecer limites claros e ser firme ao se posicionar diante do seu parceiro. Ela provavelmente precisará de suporte terapêutico até que se tenha fortalecido. É possível que, à medida que ela conquiste seu objetivo, o seu misógino desista do lugar de algoz para ficar ao seu lado ou desista da relação. Se ela sente que o ama, precisará amar a si mesma também para ter coragem de correr o risco de “perdê-lo”.
 

De qualquer forma dificilmente um misógino busca terapia e, se assim o faz, tão logo se fortalece interrompe o seu processo. Parece que o sofrimento do seu mundo interno é tamanho que ele não suporta ter que contactá-lo através da análise da sua dinâmica e efeito do seu comportamento no outro; para tanto ele teria que admitir que é co-construtor das dificuldades da sua relação e que é, na verdade, um homem sedento de amor. Ele teria que admitir que é o único responsável pelo seu auto preenchimento.

Se você, ao terminar de ler esse material, acredita que pode estar se relacionando com um misógino; se suas dúvidas se confirmarem. Busque ajuda terapêutica, pois, sozinha fica pesado demais para você dar conta de tudo que precisará fazer para cuidar de si mesma”.

Bom acredito que aqui tem explicação suficiente para vocês entenderem um pouco mais do universo masculino quando esta característica se apresenta. Qualquer coisa estou por aqui.
Ah! Um detalhe as minhas clientes que descobriram esse homem... Umas continuaram a relação, escolhendo a terceira opção do livro e outras se separaram e descobriram novas relações. O que a gente percebe de tudo isso é que não existem regras únicas, mas sim o conhecimento que ajuda em muito nas nossas decisões.
 

Um enorme abraço a todos: Adriana Pimentel


Fonte: “Homens que odeiam suas mulheres e mulheres que os amam”, de Susan Forward e Joan Torres, da editora Rocco; Rita Maria B. Granato; Sônia Nemi

411 comentários:

«Mais antigas   ‹Antigas   401 – 411 de 411
Anônimo disse...

ola gente, por incrivel que pareça é exatamente isso que estou vivendo. estou me maltratando por esse homem que me maltrata. hj estou aqui desolada chorando, triste mesmo, pq ontem estava td maravilhoso, iamos comer uma pizza e derepente ele virou e me maltratou na frente dos nossos filhos. nao aguento mais. preciso de ajuda para por um fim nisso td. pq agora nao e so eu, tem os meus filhos tb, e ele estao vivenciando isso comigo. eu fico c dó deles. pq esta td bem e de repente td muda, e eles vem me perguntando o q aconteceu, se eu fix alguma coisa p pai deles. o meu filho que tem doze anos ja percebeu como o pai é. e ontem pela sexta vez ele me pediu p me separar do pai dele. preciso de força e ajuda para fazer isso gente. me ajudem por favor!!!!

Momentovirtua disse...

É da raça humana

Anônimo disse...

oi estava em relacionamento onde o rapaz de 35 anos dizia todos os dias que me amava e que comigo na vida dele todos seus planos daria certo
durou 2 meses do nada ele disse que estava cansativo e que nao me amava mais...isso pq havia dito pela manha que me amava...rs
terminamos
mais não entendi nada...a primeira coisa que veio em minha mente foi ele ser doido...rs

Anônimo disse...

Olá!
Essa também é a minha história. Convivo com um misógino há 12 anos e desde os primeiros meses juntos sou humilhada, enganada e agredida física e emocionalmente. Já tentei me separar, mas nem eu mesma tenho força pra isso. Há algum tempo atrás descobri que ele me traia com uma colega de trabalho, me desesperei. Foram 3 anos me traindo e mentindo pra mim, todas as vezes que eu perguntava se estava me traindo ele ficava muito nervoso e me agredia muito. Eu tentava ir embora, mas não consegui. Hoje vejo que sou tão doente quanto ele. Espero um dia conseguir me livrar dessa relação.

Anônimo disse...

Eu preciso ee ajuda, eu não sei o que fazer, eu penso ate em fugir dessa pessoa que me faz mal, preciso de ajuda..é muito sério isso, minha paz eu não tou tendo mais.. É muito tormento.. Quero de vez deixar essa pessoa pra trás.. É urgente, preciso de ajuda,eu já estive na beira da morte..Tá dificil demais...😭

Anônimo disse...

Ele não aceita que eu fique longe dele, porfavor me ajude..

Anônimo disse...

Boa tarde! Eu estou casada ha cinco anos com um homem faz exatamente esse tipo de coisa ele me esculhamba e depois pede desculpas ele diz cada coisa horrível e isso tem acabado com meu emocional todo, minha auto estima não existe mais, vivo chorando e me humilhando Pr ele isso é terrível ele vive dizendo que o relacionamento só pode ser do jeito dele e eu não tenho voz nem fez. Me ajude pelo amor de Deus

gina christopher disse...

Meu nome é Gina Christopher, eu só
Quero compartilhar minha experiência e testemunho
Aqui .. eu fui casado por 5 anos a meu
Marido e de repente, outra mulher
Entrou na foto ele começou a me odiar e
Ele era abusivo. Mas eu ainda o amava com todo o meu coração e o queria a todo custo, então ele Pedido de divórcio minha vida inteira estava virando
E eu não sabia o que fazer, ele se mudou
Fora da casa e abandonou as crianças que
Temos, então alguém me disse sobre tentar
Espiritual significa obter meu marido de volta e me apresentou a um nome de conjurador de feitiço Dr. Uzoya, então eu decidi tentar com relutância.
Embora eu não acreditasse em todas essas coisas,
Então, quando ele fez as orações especiais e feitiço,
Após 2 dias, meu marido veio e foi
Implorando por meu perdão que ele tinha percebido seus erros Eu simplesmente não podia acreditar, estamos de volta juntos agora e estamos
feliz. Caso alguém precise deste homem, seu email
Endereço: druzoyaspiritualtemple@gmail.com

Anônimo disse...

Nossa só de ler isso e lembrar o que passei com meu ex namorado chega estou passando mal...de verdade. Acho q mais que misógino, ele era um psicopata. Ele me ignorava muito, me deixava falando sozinha e saía,sempr3 deeligava o telefone na minha cara. E quando eu errava com ele, ele me punia não falando comigo, mesmo eu pedindo perdao, que muitas das vezes fazia apenas pra ele ficar comigo, mesmo sabendo que eu nao estava errada. Terminou comigo várias vezes, e eu sempre que pedia pra voltar. Eu ligava pra ele e ele desligava o telefone varias vezes na minha cara. No inicio, eu me sentia linda e realizada...no final, nao tinha mais auto estima, sempre o via olhando as mulheres na rua, e ele sempre negava. Tudo o q eu pedia pra ele,ele nao fazia. Ele nunca me elogiava, mas bastasse qualquer coisa ele nao se importava em me criticar mesmo. Me chamar de infantil, as vezes até eu me arrumar pra ele mesmo me ver já eta motivo dele me criticar. Por fim... estava gravida dele e perdi minha filha ao 7○mês e ele nao me apoiou como eu deveria... Homem sem coracao. Eu o odeio. Só de lembrar dele eu passo mal...

Vivian disse...

Meu Deus, você descreveu minha real situação exceto por alguns aspectos de criação de ambas as partes, por favor, qual seu contato? o meu é pelo email vivian@welassessoria.com.br

Anônimo disse...

Bom, primeiramente adorei a matéria e me serviu pra muita coisa , tenho 22 anos e fui casada com um homem mais velho do que eu com a diferença de 15 anos , infelizmente durante 5 anos ele saía com meninas mais novas do que eu , e eu perdoava todas as vezes que via algo no seu whatts ou facebook, ate que precisamos morar em cidades diferentes por 7 meses, e nesse período de 7 meses, arrumei um emprego e recuperei minha vida e minha estabilidade financeira, mais como eu amava meu ex-marido e acabei ficando depressiva com as situação das traições , me via muito carente , literalmente uma presa fácil , nunca fui a favor de traição , mais conheci uma pessoa que parecia ser especial , porem era mais novo do que eu 3 anos , se aproximou da forma mais gentil , me serviu como um ombro amigo e um conselheiro , e na carência acabei ficando com esse rapaz , foram os melhores momentos que já vive , melhor transa , melhor tudo , mais aos poucos com a convivência agente vai descobrindo qualidades e defeitos das pessoas, e ele me demostrou de uma forma muito agressiva a necessidade de me controlar , e infelizmente ele sabia que eu era casada na época , e isso foi algo que no inicio não era problema PRA ELE ... Mais depois passou a ser. No meu trabalho eu tinha que responder ele o tempo todo , e eu não podia demorar nenhum 1 minuto senão era motivo de briga e insultos , eu tinha que mandar fotos de tudo , da comida , das pessoas que estavam comigo, da roupa que eu estava usando , e isso não só no trabalho mais em qualquer lugar que eu estivesse , sempre insinuando coisas sobre minha fidelidade a ele , todas as brigas , me insultava com palavras rudes e me jogando como a pivô do problema , e na verdade eu não tinha feito absolutamente nada , se um momento não pude atende no período de trabalho era motivo pra achar que estava escondendo algo , em nenhuma das nossas brigas ele se coloca como o errado e sim como a vitima , logo apos o fato , terminei meu casamento não só pelo meu ato e sim porque vi que eu não conseguia mais carregar esse casamento do jeito que tava , e também com muita pressão desse rapaz. Mesmo com tudo ainda me via confusa entre abandonar meu casamento ou entrar de cabeça numa paixão turbulenta.
Com a cabeça a mil , loucamente apaixonada cedi a todas as vontades desse rapaz , inclusive com o termino do meu casamento,fotos em redes sociais , satisfações sobre tudo em meu cotidiano , inclusive dos momentos em que eu ia ao banheiro , e nada tava bom pra ele , sempre faltava algo , e assim ele não mora na mesma cidade do que eu. O momento em que tive a certeza de que tinha algo de errado no comportamento dele , foi quando ele me obrigou a salvar o numero dele no celular da minha vó, usar o whatts dela pra fazer vídeo chamada e mostrar através da chamada o meu celular pra ele vasculhar o meu Facebook , whatts , mensagens e etc... Nesse dia brigamos , e mais uma vez tentei contornar a situação , porem aceitei que pudesse estar errada, e ficamos sem nos falar , como ele é extremamente orgulhoso não me procurou , então eu sempre o procurava pra acertar as coisas , e ai vinham as humilhações... Ate que eu me estressei e tentei colocar um ponto final , dai ele voltou a ser o mesmo homem gentil e ate perguntou se eu gostaria de me tornar a mulher dele , e eu tola, mais uma vez cai , ficamos bem por somente 2 dias , ate que ele voltou com sua possessividade e me ameaçou , dizendo que eu estivesse mentindo pra ele eu me arrependeria , fiz questão de perguntar o que ele faria ... se ia me bater !
e a resposta foi : _ nunca precisei bater em mulher nenhuma , mais experimenta mentir pra mim ...
Desse dia em diante , me pergunto como um rapaz tao novo e tao gentil , pudesse ser de verdade algo tao amargo e perigoso.
Quando parei pra pensar numa solução , fiz a pesquisa e encontrei sua pagina , não sabe como foi importante pra mim ler essas coisas , me sinto um pouco melhor .... Quis compartilhar um pouco da minha situação ate como um desabafo já que nunca conto sobre isso pra ninguem.

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