segunda-feira, 13 de outubro de 2008

- Depoimentos


*Por Patrícia Lígia Mendonça
13/10/08

Assino em baixo de tudo isso que foi dito pelas duas douturas. Faço EFT com Adriana Pimentel e sempre que termino o exercício (porque isso para mim é um exercício), sempre dou a mesma resposta.

"Não lembro de nada"
"Tá tudo vazio aqui dentro".


Já faço EFT a um tempinho e confesso que além de fazer a gente esquecer o nosso problema, esse esquecimento não está limitado à sessão no consultório e sim, começa a fazer parte do nosso dia-a-dia.
Parabéns as duas! Por trabalharem com um método de recuperação rápido, fácil de fazer e eficiente.

* Por Gislaine Migliati
20/10/08
"A Maíra já aplicou comigo este método - EFT, que me libertou de uma situação antiga e, de certa forma, mal resolvida.
Diante de uma situação na minha vida recente, veio à tona a situação passada. Uma situação que, até entao, eu não tinha conhecimento, que tinha me ferido e que ainda me incomodava.
Daí, então, em uma sessão a competentíssima profissional que Maíra é, orientou-me através da EFT. E , após, eu simplesmente, não conseguia mais enxergar a situação passada.
A sensação foi de completo alívio, o ranço desapareceu. E, consegui ver de outra maneira a situação atual.
É um método, de alguma forma, simples, porém, de um resultado efetivamente relevante. Resultados comprovados.
O melhor de tudo é que este método pode ser amplamente utilizado nos mais variados acontecimentos, sempre trazendo um grande alívio, e até resolvendo inteiramente, algumas desagradáveis sensações ligadas a algum fato marcante.
Agradeço profundamente a Maira."

domingo, 12 de outubro de 2008

- Depressão

Depressão é uma desordem psiquiátrica muito mais freqüente do que se imaginava. Estudos recentes mostram que 10% a 25% das pessoas que procuram os clínicos gerais apresentam sintomas dessa enfermidade. Essas porcentagens são semelhantes ao número de casos de hipertensão e infecções respiratórias que os clínicos atendem em seus serviços. Ao contrário dessas doenças, entretanto, eles não costumam estar preparados para reconhecer e tratar depressões.

Para caracterizar o diagnóstico de depressão, foi criada a tabela de abaixo. Nela, cinco ou mais dos sintomas relacionados devem estar presentes. Dentre eles, um é obrigatório: estado deprimido ou falta de motivação para as tarefas diárias, há pelo menos duas semanas.


Critérios para diagnóstico de depressão
(Segundo o DSM-IV, Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4ª edição).

• Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo;
• Anedônia: interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina;
• Sensação de inutilidade ou culpa excessiva;
• Dificuldade de concentração: habilidade freqüentemente diminuída para pensar e concentrar-se;
• Fadiga ou perda de energia;
• Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
• Problemas psicomotores: agitação ou retardo psicomotor;
• Perda ou ganho significativo de peso, na ausência de regime alimentar;
• Idéias recorrentes de morte ou suicídio.

De acordo com o número de itens respondidos afirmativamente, o estado depressivo pode ser classificado em três grupos:

1) Depressão menor: 2 a 4 sintomas por duas ou mais semanas, incluindo estado deprimido ou anedônia;

2) Distimia: 3ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos, no mínimo;

3) Depressão maior: 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedônia.

Os sintomas da depressão interferem drasticamente com a qualidade de vida e estão associados a altos custos sociais: perda de dias no trabalho, atendimento médico, medicamentos e suicídio. Pelo menos 60% das pessoas que se suicidam apresentam sintomas característicos da doença.
Embora possa começar em qualquer idade, a maioria dos casos tem seu início entre os 20 e os 40 anos. Tipicamente, os sintomas se desenvolvem no decorrer de dias ou semanas e, se não forem tratados, podem durar de seis meses a dois anos. Passado esse período, a maioria dos pacientes retorna à vida normal. No entanto, em 25% das vezes a doença se torna crônica.


Fatores de risco para depressão

• História familiar de depressão;
• Sexo feminino;
• Idade mais avançada;
• Episódios anteriores de depressão;
• Parto recente;
• Acontecimentos estressantes;
• Dependência de droga.

O número de casos entre mulheres é o dobro dos homens. Não se sabe se a diferença é devida a pressões sociais, diferenças psicológicas ou ambas. A vulnerabilidade feminina é maior no período pós-parto: cerca de 15% das mulheres relatam sintomas de depressão nos seis meses que se seguem ao nascimento de um filho.

A doença é recorrente. Os que já tiveram um episódio de depressão no passado correm 50% de risco de repeti-lo. Se já ocorreram dois, a probabilidade de recidiva pode chegar a 90%; e se tiverem sido três episódios, a probabilidade de acontecer o quarto ultrapassa 90%.

Como é sabido, quadros de depressão podem ser disparados por problemas psicossociais como a perda de uma pessoa querida, do emprego ou o final de uma relação amorosa. No entanto, até um terço dos casos estão associados a condições médicas como câncer, dores crônicas, doença coronariana, diabetes, epilepsia, infecção pelo HIV, doença de Parkinson, derrame cerebral, doenças da tireóide e outras.

Diversos medicamentos de uso continuado podem provocar quadros depressivos. Entre eles estão os anti-hipertensivos, as anfetaminas (incluídas em diversas fórmulas para controlar o apetite), os benzodiazepínicos, as drogas para tratamento de gastrites e úlceras (cimetidina e ranitidina), os contraceptivos orais, cocaína, álcool, antiinflamatórios e derivados da cortisona.
A maioria dos autores concorda que a psicoterapia pode controlar casos leves ou moderados de depressão. O método oferece a vantagem teórica de não empregar medicamentos e diminuir o risco de recidiva do quadro, desde que a pessoa aprenda a reconhecer e lidar com os problemas que a conduziram a ele. A Porém psicoterapia não deve ser indicada como tratamento exclusivo nos casos graves. O plano terapêutico deve compreender três fases:

1) Fase aguda: Dura seis a doze semanas, e tem o objetivo de fazer regredir os sinais e sintomas da doença. Cerca de 70% dos pacientes responde a esta fase. Quando não ocorre resposta, o diagnóstico de depressão precisa ser reavaliado e, se houver confirmação, o esquema de tratamento modificado.

2) Fase de continuidade: Nela, a medicação deve ser mantida em doses plenas por quatro a nove meses, contados a partir do desaparecimento dos sintomas, com o objetivo de evitar recidivas. A descontinuação prematura aumenta o risco de recidiva em 20% a 40%.

3) Fase de manutenção: Não tem duração definida (pode ser mantida por muitos anos). Está indicada apenas nos casos de depressão grave, com alto risco de recidiva ou idéias dominantes de suicídio. Deve ser considerada nas pessoas que tiveram três ou mais episódios de depressão, ou dois episódios mais história familiar de depressão recidivante, instalação dos sintomas antes dos 20 anos de idade ou em qualquer caso com risco de morte.

Quem começa um tratamento desses deve ser alertado para o fato de que os benefícios podem não ser aparentes nas primeiras duas a quatro semanas. Nessa fase, em que alguns experimentam os efeitos colaterais dos medicamentos sem notar melhora, muitos desistem do tratamento.

Muitos portadores de depressão não se dispõem a fazer psicoterapia nem a tomar remédio. Esses devem praticar exercício físico com regularidade (melhora o humor e a auto-imagem) e aumentar o número de atividades diárias capazes de lhes dar prazer. Precisam estar cientes, porém, de que depressão é doença potencialmente grave, recidivante, capaz de evoluir independentemente do controle voluntário.


Depressão na infância e adolescência

Depressão é uma doença crônica, recorrente, muitas vezes com alta concentração de casos na mesma família, que se manifesta não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes. Qualquer criança ou adolescente pode ficar triste, mas o que caracteriza os quadros depressivos nessas faixas etárias é o estado persistentemente irritado, tristonho ou atormentado que compromete as relações familiares, as amizades e a performance escolar.

Em pelo menos 20% dos pacientes com depressão instalada na infância ou adolescência, existe risco de surgirem distúrbios bipolares, nos quais fases de depressão se alternam com outras de mania, caracterizadas por euforia, agitação psicomotora, diminuição da necessidade de sono, idéias de grandeza e comportamentos de risco.

Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino. A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes. Ter um dos pais com depressão aumenta de 2 a 4 vezes o risco da criança. O quadro é mais comum entre portadores de doenças crônicas como diabetes, epilepsia ou depois de acontecimentos estressantes como a perda de um ente querido. Negligência dos pais ou violência sofrida na primeira infância também aumenta o risco.

É muito difícil tratar depressão em adolescentes sem os pais estarem esclarecidos sobre a natureza da enfermidade, seus sintomas, causas, provável evolução e as opções medicamentosas.
A terapia comportamental mostrou eficácia em ensaios clínicos, e parece dar resultados melhores do que outras formas de psicoterapia. Através dela os especialistas procuram ensinar aos pacientes como encontrar prazer em atividades rotineiras, melhorar relações interpessoais, identificar e modificar padrões cognitivos que conduzem à depressão.

Outro tipo de psicoterapia eficaz em ensaios clínicos é conhecida como terapia interpessoal. Nela, os pacientes aprendem a lidar com dificuldades pessoais como a perda de relacionamentos, as decepções e frustrações da vida cotidiana. O tratamento psicoterápico deve ser mantido por seis meses, no mínimo.

Como o abuso de drogas psicoativas e suicídio são conseqüências possíveis de quadros depressivos, os familiares devem estar atentos e encaminhar os doentes a serviços especializados assim que surgirem os primeiros indícios de que os problemas da depressão possam estar presentes.

por Dráuzio Varela.

sábado, 11 de outubro de 2008

- A EFT é tão óbvia! Por que não foi descoberta décadas atrás?

Nota: Este artigo pode ser útil para aqueles que desejam explicar a “estranheza” da EFT a outros. É uma boa ponte para alcançar sistemas de crenças resistentes.


A EFT deveria ter sido descoberta há cinqüenta anos atrás e deveria ser tão comum hoje quanto a aspirina. No entanto, apesar dos irrefutáveis resultados clínicos, ainda encontra resistência de certos cientistas e outras pessoas que estão ligadas a métodos convencionais.

Eu não sei se é o seu caso, mas eu aprendi nas aulas de química do segundo ano em 1958, que os blocos de construção de TODA a matéria (incluindo o corpo humano) são ÁTOMOS. Isto não era novidade... até mesmo naquele tempo. Ninguém contesta este fato. Nem ninguém contesta o fato de que são feitos de ENERGIA.

Einstein depois enfatizou este ponto com a sua Teoria da Relatividade, onde ele desenvolveu a famosa fórmula...

Energia = Massa vezes a velocidade da luz ao quadrado

E = mc2

Em termos simples, isto significa que a matéria física, incluindo o corpo humano, é FEITO DE ENERGIA. Então, apesar do corpo humano poder parecer sólido, a sua base é feita de energia.
Este simples fato é uma das descobertas mais universalmente aceitas no mundo científico. Que eu saiba, nenhum cientista em nenhum lugar discorda disto. A sua aceitabilidade está ao mesmo nível do da lei da gravidade.

Entretanto, por razões que só o cosmos pode saber, as ciências de cura ocidentais têm… ignorado este fato.

Que visão míope! Pelo contrário, eles continuam a referir-se ao corpo humano como uma entidade física e passam ignorantes pelas raízes energéticas. Eles tratam o corpo como... uma bolsa cheia de partes do corpo e química.

Portanto, os seus métodos envolvem a reparação e a reposição das partes do corpo (cirurgia) e a “correcção” da química por outra química (drogas).

Muitas coisas úteis vieram desta abordagem convencional, e não estou a desprezá-la. Na verdade, fico feliz que isso exista e respeito aqueles cientistas diligentes e os praticantes de cura que têm utilizado esta abordagem. Se eu tivesse um apêndice inflamado, por exemplo, eu iria com entusiasmo e voluntariamente para a mesa do cirurgião.

Entretanto, para as ciências de cura ocidentais ignorarem o fato bem estabelecido de que o corpo, ao mesmo tempo que é sólido também é feito de energia, é como utilizar óculos que permitem apenas ver alguns metros à frente. Praticantes de EFT estão a oferecer a essas pessoas um par de óculos com um alcance maior, e, gradualmente, os céticos estão começando a experimentá-los. Aqueles que viram não podem ignorar, e, portanto, estão a adicionar à bola de neve da educação que está a trazer estes procedimentos ao público.

Qualquer um que tenha estado próximo do uso competente da EFT, mesmo que por poucas semanas, com certeza terá visto muitos casos onde um progresso dramático foi feito em ambos os níveis físico e emocional, SEM QUE QUALQUER MÉTODO CONVENCIONAL FOSSE USADO. Muitos destes resultados violam completamente as crenças herdadas inerentes às ciências de cura ocidentais. Por exemplo, como seria possível, sob as definições ocidentais convencionais...

A Síndrome do Stresse Pós Traumático ceder completamente sem drogas psiquiátricas?
Muitas fobias de uma vida inteira desaparecerem no que chamamos de “milagres em um minuto”?
Vícios serem eliminados em instantes?
Síndrome do Túnel Carpal desaparecer sem a cirurgia normalmente prescrita?
A intolerância a lactose desaparecer apesar do paciente que supostamente não tem enzimas necessárias para digerir produtos à base de leite?
Para enxaquecas desaparecerem (frequentemente de forma permanente e em instantes) sem qualquer tipo de droga?

Assim, praticantes de EFT executam estes “milagres” diariamente... bem como centenas mais. Praticantes de cura ocidentais são duramente pressionados a explicar estes resultados e usam a explicação do “placebo” ou “cura espontânea” ou “a mente sobre a matéria”. Elas não podem ser explicadas através do paradigma atual. Desta forma, o que é preciso é um olhar diferente para o corpo humano...outro paradigma. As explicações convencionais precisam obviamente de ajuda.

E que escolha seria mais lógica do que seguir Albert Einstein e a descoberta científica mais fundamental do último século? Porque é que os cientistas não começam a ver o corpo como uma configuração de energia e vêem onde isso os pode levar? Os praticantes de EFT têm feito isto ao longo dos anos e as provas clínicas já são muitas. Estão a apontar para o óbvio e os resultados são de fazer cair o queixo... mesmo quando feito por cidadãos comuns.

Não quero dizer com este artigo que se deva abrir mão das muitas das descobertas convencionais que nos trouxeram, sem dúvida, benefícios de cura. Ao invés, estou a sugerir que poderíamos abrir as portas para o óbvio e misturar a EFT com o melhor que temos para alcançar a cura. Os resultados devem elevar a cura a um patamar totalmente novo (e com baixo custo).

Então, eu aconselho a comunidade científica e os céticos convencionais a investigar o óbvio. Não somos perfeitos aqui na terra da EFT, e tenho a certeza que alguma dia as nossas teorias serão revistas. É desta forma que a ciência progride. Mas, por agora, estamos a fazer milagres diariamente e destruindo a lista convencional dos “o que se pode” e “o que não se pode”.

A EFT é óbvia, e, algum dia, com a sua ajuda em espalhá-la, será tão comum que, o que nós chamamos agora de milagres, serão simplesmente resultados de rotina.

Abraços, Gary.

por Gary Craig (Criador da Técnica - EFT)
traduzido por André Lima (Praticante de EFT)

- EFT: Uma revolução nas terapias energéticas

Esta história foi contada por Gary Craig, criador da técnica da EFT (Técnica de Libertação Emocional), num dos seus vídeos de treinamento.

Ele conta-nos que o psicológoco norte-americano, Dr. Roger Callahan, atendeu uma cliente que tinha um medo intenso de água. O seu nome era Mary (não sei se este é o nome verdadeiro) e qualquer nível de água acima de 2 cm provocava nela uma intensa fobia, desencadeando dores de cabeça e outras reações no corpo. Este medo era bastante limitante, pois ela não podia chegar perto de lagos, do mar, piscina. Até mesmo tomar banho na banheira era impossível.

Mary tinha feito muitos anos de psicoterapia com vários terapeutas diferentes sem conseguir grandes progressos. Tornou-se, então, paciente do Dr. Callahan. Depois de um ano e meio de tratamento, o máximo progresso que eles conseguiram foi diminuir a fobia de forma que ela conseguia sentar-se na borda e colocar os pés dentro de uma piscina que havia na casa do Dr. Callahan. Ainda assim, isto provocava-lhe dores de cabeça pelo resto do dia.

O Dr. Callahan gostava de estudar terapias energéticas e tinha conhecimentos de acupuntura, cinesiologia aplicada (técnica que permite através de testes musculares descobrir desequilíbrios energéticos, físicos e emocionais), dentre outras. Um dia, a sua paciente Mary comentou que este medo lhe provocava uma sensação no estômago. Utilizando os seus conhecimentos em acupuntura, o Dr. Callahan teve a idéia de estimular o meridiano (canais energéticos relacionados com os órgãos e funções do corpo humano estudados pela acupuntura) relacionado a esse órgão. Este meridiano inicia-se no ponto abaixo do olho onde se encontra a região inferior da órbita ocular. Ele disse a Mary que talvez pudesse fazer algo em relação a esta sensação no estômago antes de começar a sessão de psicoterapia e, então, começou a estimular este ponto através de leves batidas com as pontas dos dedos.

Depois de estimular o ponto por alguns segundos, a sua paciente disse “Passou”. E ele respondeu “O que foi que passou?”. Ela disse “O medo, o medo de água passou completamente!” Então, para investigar melhor a situação ele sugeriu que fossem até à piscina. Conta-se que ela foi a correr e ele ficou bastante preocupado pelo fato de que ela não sabia nadar. Ele saiu gritando dizendo-lhe que fosse com calma, mas ela respondeu que não iria fazer nenhuma loucura, pois não tinha ficado louca e tinha consciência de que não sabia nadar. Ao lado da piscina puderam realmente comprovar que a fobia tinha simplesmente desaparecido. Anos depois Mary continuava com a sua vida normalmente, totalmente livre da fobia que a acompanhara por tantos anos.

É claro que o Dr. Callahan ficou impressionado com o que aconteceu e, a partir daí, começou a relacionar os meridianos com as fobias e outros problemas emocionais. Foram criadas seqüências específicas e diferenciadas de batidas nos meridianos que seriam adequadas para tratar os diferentes problemas emocionais. Cada problema tinha uma seqüência específica, era o que ele chamava de algoritmo. Estava, então, criada a TFT.

O engenheiro norte americano Gary Craig era muito interessado na área de melhoria de performance pessoal. Através da sua amiga e sócia Adrienne F., tomou conhecimento de que havia este psicólogo que era capaz de resolver fobias em poucos minutos. Ligou para o Dr. Callahan e interrogou-o a respeito da técnica aplicada para tratar fobias e ouviu do psicólogo que ela poderia fazer muito mais do que isso. Gary perguntou se ele poderia ensinar-lhe a técnica e o Dr. Callahan respondeu que sim e que cobraria US$ 10.000,00. Para ser mais convincente quanto aos resultados prometidos, enviou uns vídeos ao Gary Craig com demonstrações de aplicação da técnica. Dessa forma, o engenheiro decidiu pagar a taxa e tornou-se aluno do Dr. Callahan. Aprendeu a técnica e começou a aplicá-la obtendo resultados espantosos, mesmo sendo ainda um iniciante.

Passado certo tempo, o engenheiro começou a questionar-se sobre o rigor das seqüências e ordem propostas pela TFT. Começou a testar as batidas nos pontos, fugindo da ordem recomendada pela técnica e quando existia algum problema para o qual se recomendava bater num ponto supostamente crucial para se obter um bom resultado, ele simplesmente não batia nesse ponto. Tudo isto no intuito de testar a teoria que tinha sido proposta. O que ele verificou foi que mesmo fazendo tudo diferente do recomendado, os resultados continuavam sendo impressionantes. Concluiu, então, que não importava muito a ordem de seqüência e resolveu criar o que ele chamou de “receita básica”, ou seja, uma seqüência única em que se bate em todos os pontos e que pode ser concluída em menos de um minuto. Assim surgiu a EFT. Esta “receita básica” foi testada e aplicada com sucesso milhares de vezes. Isso simplificou muito a técnica, permitindo assim uma rápida expansão do número de terapeutas e praticantes no mundo.


por André Lima (Praticante de EFT)

- TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR


O que é?

Ultimamente fala-se muito a respeito deste Transtorno que afeta de 5 a 7% da população e que de forma equivocada estaria associado à criatividade, mas na realidade causa muitos prejuí­zos e grandes sofrimentos para os portadores e seus familiares. Existem até pessoas que falam que é uma epidemia contemporânea, mas é fundamental que os leitores entendam que não existe este conceito de "doença da moda". Ele existe há muito tempo e somente agora é que está sendo visto corretamente, pois muitos Bipolares sofreram uma verdadeira Via Crucis para serem diagnosticados e levam anos tomando medicamentos errados, fazendo terapias que não dão resultado e sendo diagnosticados como portadores de vários outros tipos de transtorno.

O transtorno afetivo bipolar ou transtorno bipolar do humor, era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos. Por enquanto basta-nos compreender o que vem a ser o transtorno bipolar. Com a mudança de nome esse transtorno deixou de ser considerado uma perturbação psicótica para ser considerado uma perturbação afetiva.

A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos. Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro. O termo mania é popularmente entendido como tendência a fazer várias vezes a mesma coisa. Mania em psiquiatria significa um estado exaltado de humor.

A depressão do transtorno bipolar é igual a depressão recorrente que só se apresenta como depressão, mas uma pessoa deprimida do transtorno bipolar não recebe o mesmo tratamento do paciente bipolar.


Características

O início desse transtorno geralmente se dá em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas pode começar mesmo após os 70 anos ou até em crianças. A freqüência em homens e mulheres, contudo, é a mesma. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, iniciando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias, já com sintomas psicóticos o que muitas vezes confunde com síndromes psicóticas. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos) o que muitas vezes confunde os médicos retardando o diagnóstico da fase em atividade.


Tipos

Aceita-se a divisão do transtorno afetivo bipolar em dois tipos: o tipo I e o tipo II. O tipo I é a forma clássica em que o paciente apresenta os episódios de mania alternados com os depressivos. As fases maníacas não precisam necessariamente ser seguidas por fases depressivas, nem as depressivas por maníacas. Na prática observa-se muito mais uma tendência dos pacientes a fazerem várias crises de um tipo e poucas do outro, há pacientes bipolares que nunca fizeram fases depressivas e há deprimidos que só tiveram uma fase maníaca enquanto as depressivas foram numerosas. O tipo II caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania com depressão.


Fase maníaca

Tipicamente leva uma a duas semanas para começar e quando não tratado pode durar meses. O estado de humor está elevado podendo isso significar uma alegria contagiante ou uma irritação agressiva. Junto a essa elevação encontram-se alguns outros sintomas como elevação da auto-estima, sentimentos de grandiosidade podendo chegar a manifestação delirante de grandeza considerando-se uma pessoa especial, dotada de poderes e capacidades únicas como telepáticas por exemplo. Aumento da atividade motora apresentando grande vigor físico e apesar disso com uma diminuição da necessidade de sono. O paciente apresenta uma forte pressão para falar ininterruptamente, as idéias correm rapidamente a ponto de não concluir o que começou e ficar sempre emendando uma idéia não concluída em outra sucessivamente: a isto denominamos fuga-de-idéias.. O paciente apresenta uma elevação da percepção de estímulos externos levando-o a distrair-se constantemente com pequenos ou insignificantes acontecimentos alheios à conversa em andamento. Aumento do interesse e da atividade sexual. Perda da consciência a respeito de sua própria condição patológica, tornando-se uma pessoa socialmente inconveniente ou insuportável. Envolvimento em atividades potencialmente perigosas sem manifestar preocupação com isso. Podem surgir sintomas psicóticos típicos da esquizofrenia o que não significa uma mudança de diagnóstico, mas mostra um quadro mais grave quando isso acontece.


Sintomas (maníacos):

Sentimento de estar no topo do mundo com um alegria e bem estar inabaláveis, nem mesmo más notícias, tragédias ou acontecimentos horríveis diretamente ligados ao paciente podem abalar o estado de humor. Nessa fase o paciente literalmente ri da própria desgraça. Sentimento de grandeza, o indivíduo imagina que é especial ou possui habilidades especiais, é capaz de considerar-se um escolhido por Deus, uma celebridade, um líder político. Inicialmente quando os sintomas ainda não se aprofundaram o paciente sente-se como se fosse ou pudesse ser uma grande personalidade; com o aprofundamento do quadro esta idéia torna-se uma convicção delirante. Sente-se invencível, acham que nada poderá detê-las. Hiperatividade, os pacientes nessa fase não conseguem ficar parados, sentados por mais do que alguns minutos ou relaxar. O senso de perigo fica comprometido, e envolve-se em atividade que apresentam tanto risco para integridade física como patrimonial. O comportamento sexual fica excessivamente desinibido e mesmo promíscuo tendo numerosos parceiros num curto espaço de tempo. Os pensamentos correm de forma incontrolável para o próprio paciente, para quem olha de fora a grande confusão de idéias na verdade constitui-se na interrupção de temas antes de terem sido completados para iniciar outro que por sua vez também não é terminado e assim sucessivamente numa fuga de idéias. A maneira de falar geralmente se dá em tom de voz elevado, cantar é um gesto freqüente nesses pacientes. A necessidade de sono nessa fase é menor, com poucas horas o paciente se restabelece e fica durante todo o dia e quase toda a noite em hiperatividade. Mesmo estando alegre, explosões de raiva podem acontecer, geralmente provocadas por algum motivo externo, mas da mesma forma como aparece se desfaz.

Fase depressiva

Na fase depressiva ocorre o posto da fase maníaca, o paciente fica com sentimentos irrealistas de tristeza, desespero e auto-estima baixa. Não se interessa pelo que costumava gostar ou ter prazer, cansa-se à-toa, tem pouca energia para suas atividades habituais, também tem dificuldade para dormir, sente falta do sono e tende a permanecer na cama por várias horas. O começo do dia (a manhã) costuma ser a pior parte do dia para os deprimidos porque eles sabem que terão um longo dia pela frente. Apresenta dificuldade em concentra-se no que faz e os pensamentos ficam inibidos, lentificados, faltam idéias ou demoram a ser compreendidas e assimiladas. Da mesma forma a memória também fica prejudicada. Os pensamentos costumam ser negativos, sempre em torno de morte ou doença. O apetite fica inibido e pode ter perda significativa de peso.O humor está depressivo, a auto-estima em baixa com sentimentos de inferioridade, a capacidade física esta comprometida, pois a sensação de cansaço é constante. As idéias fluem com lentidão e dificuldade, a atenção é difícil de ser mantida e o interesse pelas coisas em geral é perdido bem como o prazer na realização daquilo que antes era agradável. Nessa fase o sono também está diminuído, mas ao contrário da fase maníaca, não é um sono que satisfaça ou descanse, uma vez que o paciente acorda indisposto. Quando não tratada a fase maníaca pode durar meses também.

Generalidades

Entre uma fase e outra a pessoa pode ser normal, tendo uma vida como outra pessoa qualquer; outras pessoas podem apresentar leves sintomas entre as fases, não alcançando uma recuperação plena. Há também os pacientes, uma minoria, que não se recuperam, tornando-se incapazes de levar uma vida normal e independente.


A denominação Transtorno Afetivo Bipolar é adequada?

Até certo ponto sim, mas o nome supõe que os pacientes tenham duas fases, mas nem sempre isso é observado. Há pacientes que só apresentam fases de mania, de exaltação do humor, e mesmo assim são diagnosticados como bipolares. O termo mania popularmente falando não se aplica a esse transtorno. Mania tecnicamente falando em psiquiatria significa apenas exaltação do humor, estado patológico de alegria e exaltação injustificada. O transtorno de personalidade, especialmente o Borderline pode em alguns momentos se confundir com o transtorno afetivo bipolar. Essa diferenciação é essencial porque a conduta com esses transtornos é bastante diferente.


Qual a causa da doença?

A causa propriamente dita é desconhecida, mas há fatores que influenciam ou que precipitem seu surgimento como parentes que apresentem esse problema, traumas, incidentes ou acontecimentos fortes como mudanças, troca de emprego, fim de casamento, morte de pessoa querida. Em aproximadamente 80 a 90% dos casos os pacientes apresentam algum parente na família com transtorno bipolar.


Como se trata?

O tratamento, após o diagnóstico preciso, é medicamentoso, envolvendo uma classe de medicações chamada de estabilizadores do humor. O lítio é a medicação de primeira escolha, mas não é necessariamente a melhor para todos os casos. Freqüentemente é necessário acrescentar os anticonvulsivantes como o tegretol, o trileptal, o depakene, o depakote, o topamax. Nas fases mais intensas de mania pode se usar de forma temporária os antipsicóticos. Quando há sintomas psicóticos é quase obrigatório o uso de antipsicóticos. Nas depressões resistentes pode-se usar com muita cautela antidepressivos. Há pesquisadores que condenam o uso de antidepressivo para qualquer circunstância nos pacientes bipolares em fase depressiva, por causa do risco da chamada "virada maníaca", que consiste na passagem da depressão diretamente para a exaltação num curto espaço de tempo. O tratamento com lítio ou algum anticonvulsivante deve ser definitivo, ou seja, está recomendado o uso permanente dessas medicações mesmo quando o paciente está completamente saudável, mesmo depois de anos sem ter problemas. Esta indicação se baseia no fato de que tanto o lítio como os anticonvulsivantes podem prevenir uma fase maníaca poupando assim o paciente de maiores problemas. Infelizmente o uso contínuo não garante ao paciente que ele não terá recaídas, apenas diminui as chances disso acontecer. O acompanhamento psicoterápico é também fundamental no tratamento.








Ref. Bibliograf:
- Psychiatry Research Age of Onset of Bipolar II Derpessive Mixed State
* Franco Benazzi

- TESTE DE BIPOLARIDADE


Lembre-se, isto é apenas um teste. É claro que o resultado pode te dar algum direcionamento, porém o diagnóstico só quem pode dar é um psicólogo ou Psiquiatra. Responda SIM ou NÃO a cada pergunta e anote. Ao final confira o resultado.

1. Você é uma pessoa com altos e baixos de humor?


2. Tem temperamento forte?

3. É uma pessoa de extremos, do tipo tudo ou nada, sem meio-termo?


4. Precisa sempre estar fazendo alguma coisa ou buscando coisas novas?


5. Em alguns momentos pensa muito rápido ou não consegue desligar o pensamento?


6. Dirige rápido, de modo agressivo, buzina muito ou queima o sinal?

7. Tem dons artísticos, espirituosidade ou criatividade?


8. Já teve fases em que bastavam 6 horas ou menos de sono por dia?


9. Já teve momentos de apatia ou tristeza sem motivo aparente?


10. Tem mais sono do que o habitual quando fica com humor deprimido?


11. Já ficou muito alegre e radiante ou irritável sem motivos aparentes?

12. Já teve fases com muitos planos, falando mais rápido, alto e bastante?

13. Em alguns momentos arriscou demais?

14. Em comparação com outras pessoas, você se veste ou se comporta de modo mais chamativo?


15. Gasta mais dinheiro com prazeres, futilidades ou aparência?

16. Tem mais dificuldade em manter as coisas em ordem ou tende à dispersão?


17. Já teve impulsos exagerados em relação a comida, drogas, sexo ou compras?

18. Já teve momentos de maior confiança, em que se sentiu especial?


19. Muda de planos e objetivos com mais facilidade?


20. Tem mais instabilidade em atividades profissionais ou relacionamentos afetivos?

21. Se magoa ou se irrita com facilidade quando alguém lhe critica ou desagrada?




Resultado:


• Se você respondeu
SIM a até cinco perguntas: É pouco provável que você tenha Bipolaridade.


• Se você respondeu
SIM a seis ou mais perguntas: Se acha que algumas dessas características geram um grau no mínimo razoável de prejuízos ou problemas (mal estar, impulsos, gastos, arrependimentos, conflitos pessoais…), é provável que tenha Bipolaridade.

Para confirmar, é necessária uma avaliação psiquiátrica por profissional qualificado na área. Se você toma remédios antidepressivos, pode ser indicado substituir por um tratamento estabilizador de humor.



* Teste elaborado pelo Dr. Diogo Lara

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

- Bem vindos!

Somos profissionais atuantes no mercado há mais de 10 anos, com uma enorme diversificação em técnicas na área de psicologia. Contudo, nossa amizade e parceria profissional, começou há 6 anos, quando fizemos juntas um curso de Especialização em Abordagem Bioenergética.

Desde então, nosso caminho profissional foi crescendo e conquistando espaços em nosso estado. Com a realização de grupos terapêuticos, oficinas, workshops, palestras e a própria prática clínica.

Nossa sede de crescimento nos permitiu a busca de uma diversidade de técnicas, ao passo que sempre juntas trocávamos idéias e experiências sobre nossas descobertas. Com isso surgiu a idéia de mais um empreendimento, "O Blog". com o intúito de ajudar a desmistificar a psicologia e suas técnicas, assim como, passar informação, trocar experiências, tirar dúvidas e expôr nossas idéias sobre os mais diversos assuntos.

Vivemos num mundo emocionalmente doente, mas acreditamos que mesmo assim é possível nos mantermos em equilíbrio e felizes. Basta termos as ferramentas corretas e sabermos utiliza-las. Propomos-nos a apresentar algumas dessas ferramentas e esperamos que lhes sejam úteis.

Entrem e fiquem a vontade!


por
Adriana Pimentel Azevedo e Maíra Danielle L. Alves (Colaboradora e incentivadora deste projeto)


- EFT (Emotional Freedom Techniques)

Conheci a EFT há mais ou menos um ano atrás, em uma das minhas andanças pelo mundo virtual. Sempre fui muito curiosa e como estou sempre a busca de um novo conhecimento ou técnica que possa auxiliar no meu trabalho, de vez em quando dou uma “fuçada” na internet pra saber das novidades. Pois bem , em uma dessas pesquisas sem pretensão me deparei com alguns depoimentos de pessoas que se diziam curadas de traumas, fobias e até de doenças crônicas que os atormentavam há anos. Creditavam todo esse “ milagre” a uma técnica que eu nunca tinha ouvido falar, uma tal de EFT ( Emotional Freedom Techniques - Técnica de libertação emocional). Movida pela minha curiosidade e uma certa dose de ceticismo, baixei uma apostila gratuita disponibilizada pelo criador da técnica em um dos sites que visitei. A apostila era bem extensa, mas bem detalhada, falava da teoria por trás da técnica e ensinava passo a passo a praticá-la. Batidinhas com as pontas dos dedos em determinados pontos do corpo enquanto se repetia em voz alta frases formuladas de acordo com o problema a ser tratado... “- fácil demais, isso não funciona!” pensei, “técnica mais maluca!” Terminei de ler a apostila e ainda demorei uns dias pra testar em mim os efeitos da “ miraculosa” EFT.

Bem... tomei coragem e testei com uma questão pessoal que estava me incomodando naquele dia, e pra minha total surpresa, FUNCIONOU!!! O mal estar simplesmente SUMIU! Fiz outra vez com outro foco e... FUNCIONOU DE NOVO! Pensei: “ - Nossa, porque não descobri isso antes??"

Desde então venho estudando, me especializando e praticando EFT. Tenho tido resultados impressionantes comigo mesma, com pessoas próximas e com meus clientes no consultório. Resultados que me animam e ainda me espantam as vezes. Um dos meus professores diz que EFT é pura Tecnologia Psicológica, e é exatamente isso que ela é, uma evolução no tratamento das dores emocionais, que muitas vezes se transformam em dores físicas. Um método simples, rápido e eficaz.

EFT não é a única ferramenta que se propõe a auxiliar na cura emocional, eu mesma utilizo no meu trabalho como psicóloga clínica várias outras, também muito eficientes, mas confesso que ate conhecer a EFT nunca tinha encontrado uma de efeito tão rápido ( minutos, literalmente). Tampouco EFT se propõe a substituir nenhum tratamento médico tradicional, é bom deixar claro. Mas vale a pena conhecê-la, testá-la, tirar suas dúvidas.

Vamos postar mais material sobre EFT aqui no Blog. Qualquer dúvida fiquem a vontade para perguntar.


por Maíra Danielle Lima Alves (Colaboradora)


- Conhecimentos Técnicos

Durante esses anos de prática profissional, tive a imensa alegria de me deparar com profissionais maravilhosos que contribuíram para a continuidade de minha formação como psicoterapeuta.

Fiz curso em abordagens como Gestat-terapia, Psicoterapia Breve, Terapia Ericksoniana, Psicologia Hospitalar, Abordagens Corporais e a mais recente EFT (Emotional Freedow Techniques ou Técnica de Libertação emocional).

Por acreditar que cada cliente é único, eu procuro observar qual a necessidade de cada um, o que individualmente se “pede”, uma forma, uma técnica que melhor se adeque a ele e dessa maneira procuro utilizar todos os recursos possíveis dos quais fui capacitada.

Hoje uma técnica que tenho utilizado muito, até por uma boa identificação é EFT, por estar obtendo resultados muito rápidos.

Essa técnica ainda é pouco divulgada no Brasil e chega até a ser muito diferente e estranha, até alguns depoimentos de clientes meus falaram:

“É incrível, não lembro mais da situação com dor..”

“Isso é esquisito, não sinto mais a raiva que cheguei aqui”

“Nossa, o que vem agora é força, vontade de fazer diferente”

E inúmeras outras frases de surpresa, que até eu mesma, falei quando iniciei praticando EFT.

Assim como citou Maíra venho há mais de um ano, pesquisando, me especializando e praticando EFT e a cada dia me encanto ainda mais com suas vantagens.

E ratifico sobre esse espaço, que oportuniza discutirmos sobre algumas técnicas e EFT por se tratar de uma técnica nova, muito prática, fácil e eficaz.

Estamos à disposição, com imensa alegria.

por Adriana Pimentel


- O que é EFT?

É uma técnica de desbloqueio energético que proporciona alívio extremamente rápido para todo tipo de problemas emocionais. Em questão de minutos ou em poucas sessões, fobias, medos, memórias traumáticas e todo tipo de problema emocional pode ser completamente eliminado.

A EFT opera através do balanceamento energético dos meridianos descobertos pelos chineses há milhares de anos e utilizados na acupuntura para eliminar sintomas psíquicos e psicossomáticos. Ampliando esse uso percebeu-se que, mesmo sem agulhas, se poderia ter o efeito desejado de alívio de sintomas. Através de seqüências de toques que o próprio cliente aplica em alguns pontos por onde circulam os meridianos; as lembranças traumáticas são desarmadas de sua carga emocional, passando a serem sentidas como fatos da vida sem interferência negativa nas percepções de si, do presente e do futuro da pessoa.

Pesquisas acadêmicas vem provando a eficácia dessas técnicas. O psiquiatra francês David Servan Schreiber, em seu livro Guérir mostra os resultados de várias pesquisas comprovando o uso da acupuntura para questões psíquicas. Um dos pontos interessantes diz respeito ao reequilíbrio entre o sistema nervoso simpático (do alerta) e o sistema nervoso parasimpático (do relaxamento) conseguido pela acupuntura e, posso garantir, pelo trabalho nos meridianos sem agulhas.

A EFT já provou seu alto nível de eficiência, através de milhares de casos clínicos relatados por usuários e terapeutas pelo mundo.

A EFT está se espalhando muito rapidamente, devido a sua eficácia, simplicidade, e baixo custo.

A técnica é extremamente simples, e você pode iniciar o seu aprendizado GRATUITAMENTE através do manual que pode ser baixado através deste link do site da Dra. Sonia

Novinsky, EFT Master:

http://www.emofree.com.br/

Assista ao vídeo e saiba mais sobre esta técnica revolucionária que está ajudando e transformando vidas.








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